Vida breve

segunda-feira, 19 de setembro de 2016



        Ao som de Like Im Gonna Lose You, Megan Trainor ft Jonh Legend

Domingos Montagner morreu no auge de sua carreira, foi o que disseram. Excelente artista circense, morreu com 54 anos, li em algum lugar. Muito foi dito sobre o artista, sobre os projetos para o cinema, tevê e tudo mais que o ligasse as artes. Ninguém falou sobre os planos que ele fazia em família. Sobre os sonhos que tinha quando a câmera estava desligada, quando o currículo não o definia. Ninguém falou sobre o que fazia o filho mais velho sorrir, qual a primeira palavra que o mais novo dizia quando ele chegava em casa.
A gente ouve tanto sobre o que ter, como ser, quem agradar, mas em qual momento essas coisas passam a ser o Norte que devemos perseguir? Somos mais que o número de CPF, somos as histórias que nos fazem rir e as lágrimas que rolam vez ou outra. Somos as risadas à mesa e os hiatos não vividos.
‘A vida é um sopro, e daqui a pouco já se foi. Não há tempo a perder. Não há outro caminho a ser trilhado. Não haverá outro dia para dizer que ama, que é importante ter a amizade daquela pessoa. Não terá outra oportunidade para pedir perdão ou dizer que sente muito.’
A vida segue cada dia mais breve...


Um comentário:

  1. Pois é, Aninha! Exemplos trágicos, como esse da morte do ator, trazem à reflexão aquela necessidade de valorizarmos (ao extremo) àqueles a quem amamos. Agora existe mais uma família órfã de um ente querido. Não podemos mensurar a dor. Que entendamos o significado do carinho diário para com os nossos amados.

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