Uma vez li num texto de Clarissa Corrêa que “choro é coisa íntima, é que nem beijo”, por isso não dá pra chorar ou beijar na frente de todo mundo. Mas tem dias que, por pura necessidade (ou descontrole hormonal/emocional, rs rs) a gente não aguenta, desaba e aí, já era... chora! Chora porque idealiza situações, pessoas, coisas e depois descobre que errou feio ou porque fez planos que foram modificados sem aviso prévio. Chora porque acredita que superou uma perda e descobre que ainda dói quando lembra, ou porque tem problemas de gente grande e não sabe como resolver. Chora e não existe rímel a prova de dores da alma, porque ele vai borrar enquanto você desaba depois de ter se exposto tanto, de ter dado a cara pra bater, mesmo tendo gente impondo mentiras deslavadas como regra de conduta. Eu sou dessa gente que chora, e quer saber? Essa semana chorei, viu? Chorei em público e sozinha; chorei e me senti leve, chorei e me senti novamente dona das minhas emoções. Chorei e continuo humana. E se necessário for, vou chorar antes de atravessar a vida outra vez.
Ao som de King of my heart , Bethel Music. Quando me propus a trabalhar novamente com comunicação sabia que estava retornando para uma área concorrida, mas onde me sinto completamente realizada. Não é apenas sobre criar conteúdo vendável para os meus clientes ou fazer a gerência de seus números nas redes sociais, trata-se de descobrir a relevância daquilo que está sendo ofertado, seja uma ideia, produto ou serviço. Por vezes a questão da influência será superestimada para quem trabalha com mídias sociais. Aprendemos a interpretar métricas, analisar comportamentos e traçar perfis com base naquilo que é exposto, publicado. Para quem decide viver o Reino a questão precisa ser analisada de forma mais ampla. Não dá para ser apenas influente, é preciso ser relevante. Nos últimos dias vimos uma verdadeira enxurrada de conteúdo sobre o ClubHouse (um aplicativo exclusivo para iOs , onde as pessoas se comunicam exclusivamente através de áudios). O Douglas Va...

Saber lidar com sentimentos faz parte do longo e interminavel processo de amadurecimento. E aía gente aprende que chorar em público é tão normal quanto rir. Faz parte de estarmo vivos.
ResponderExcluirE vamos continuando a ser humanas, chorando, com emoções, sempre! Lindo fds,beijos,chica
ResponderExcluirAna is not to be a superwoman.
ResponderExcluirEntão ..."encosta tua cabecinha no meu ombro e chora, e conta logo suas mágoas todas para mim."
Te amo amiga, sorrindo, chorando, sofrendo ou cantanto.
Tá tudo certo! Tamo junto!
Big's beijos!