domingo, 2 de janeiro de 2011

Sobre o amor, Carpinejar e rabanadas

As histórias estão sempre ali. As pessoas estão sempre por perto, esperando ser contadas, basta que você as observe e encontre uma forma de escrevê-las. Nestes dois dias do novo ano, consegui boas histórias, boas conversas e algum carinho.
Ontem virei motivo de piada por ter sido a única a ficar “queimada” com o sol escondido entre nuvens (na verdade estava chuviscando). O pior foi ter sido a última a entender como se joga “UNO” e por isso, ter perdido de lavada.  Mas o dia não foi apenas de churrasco à beira da piscina e risada com os amigos. Além de uma discussão recorrente e choramingar o fato de amargar um prejuízo de (aproximadamente) R$ 600 com a batida do carro (não quero falar disso), tive a oportunidade de assistir um vídeo do Carpinejar falando sobre o amor. |Pequena pausa sobre o vídeo. Para quem não sabe, o Fabrício Carpinejar é um excelente cronista. Escreve maravilhosamente bem. Autor de diversos livros, entre eles os recentes  Canalha! e  Mulher Perdigueira (você que estava sem saber como me presentear no dia 17, agora já sabe por onde começar, rs*), ele é, em minha opinião, o melhor autor nacional da atualidade. |Caso queira assistir o vídeo, clique aqui.
Hoje, domingo que antecede a volta ao trabalho depois de ter as férias adiadas, estava rascunhando algumas histórias e fiquei pensando no tal vídeo.  Fiquei pensando, pensando e liguei para minha mãe, meu primeiro e maior exemplo de amor:
- O que acha de comer umas rabanadas? Eu não sei quando terei novamente inspiração para fazer mais, é melhor aproveitar.  Eu lhe faço um cafezinho,e você me dá colo... rs.
 Ela veio.  Não veio pelas rabanadas, nem pelo café, mas porque não dispensa uma oportunidade de ficar perto da cria. Veio porque adora a forma como eu a faço rir. Veio porque ... porque... porque é minha mãe, e minha mãe é o amor hoje e sempre. É o amor escrito, falado, respirado, contado de diversas formas. É o amor me dizendo que admira a forma que encaro as pessoas sem me preocupar com o que elas irão dizer. É o amor me fazendo ver onde estou errando. É o amor me mandando comer mais beterraba e menos chocolate.  É o amor dizendo que fiz besteira ao pintar o cabelo de preto. É o amor em 1,50 m de altura. É o amor em um coração sem tamanho. Carpinejar, querido, você tem razão em dizer que amor é nunca estar sozinho, mas cá entre nós, amor  também é ter o carinho da minha mãe pra começar bem o ano, pra desejar que todos os dias sejam felizes e com gostinho de pavê, rs.

Ps: Ela adorou as rabanadas, rs*.
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Lú e Tiago, obrigada por me presentearem com um dia tão agradável entre pessoas que são especiais pra vocês. Foi incrível, mesmo tendo perdido no jogo, rs.

2 comentários:

  1. Por nada, o importante é que foi divertido pra todos nós. Quanto ao prejuízo, não esquenta na próxima benção de Papai do céu ele te dá a forra...
    Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs.

    Tiago Resende

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  2. Ana
    Carpinejar e mamãe. Que combinação boa,hein? Também gosto um monte dele. Já viu o blog dele? É viciante. Dou muitas risadas com o que ele pensa.
    Eu tbém passei o domingo curtindo os amigos,afinal hoje voltei pro batente depois de um recesso de 10 dias. Ai,já tô com saudades de dormir tarde e acordar mais tarde ainda. rsrsr

    Obrigada pelo carinho lá no Café.O teu post também arrasou neste amor todo pela mãe. Falou tudo,amor de mãe é isso,hoje e sempre.

    Feliz 2011 e muita energia boa!
    bjão

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