quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Sobre Maktub, reencontros e calça apertadinha

Nada é por acaso, tudo está escrito! Eu sei que esta frase totalmente “Maktub” parece reflexo do meu xaropinho das 9h, mas é que estou vivendo uma sequência de acontecimentos em que “tudo se encaixa” direitinho feito peças de um grande quebra-cabeça... mas esse papo ½ Glória Perez ½ Paulo Coelho fica pra outra hora...

Ontem reencontrei uma amiga da era paleozóica (tsc tsc) no MSN e o papo foi ótimo! É a tal da afinidade, sabe? É ela que permite que mesmo depois de anos sem o menor contato, a conversa flua naturalmente. Matar saudades é bom! Seria melhor se tivesse sido na pensão do Belo (eu e a Lolô, vez ou outra almoçávamos numa pensão em que a dona era a maior – em todos os sentidos – fã do Belo, então eram fotos espalhadas por todas as paredes. O sacrifício valia à pena, pois a comida era fabulosa!).

Mudando de assunto, como é difícil aceitar o fim em alguns momentos, heim ? Até a sobremesa mais saborosa, mais maravilhosa (‘delicia de banana com suspiro’) uma hora acaba e nós precisamos entender e aceitar isso. Mas quem disse que é fácil? Meus amigos engenheiros (do Havaí, tsc tsc) já tinham dito uma vez que quem sabe ‘num dia desses, num desses encontros casuais, talvez a gente se encontre, talvez encontre explicação’, mas a danada da explicação demora a vir, demora a fazer sentido, e até lá, a gente fica com cara de tacho, com voz embargada na garganta, o choro que vem e volta, e o coração na mão. Ih, esse assunto é onda do xaropinho, ainda mais porque não é da minha conta, então melhor deixar quietinho, né?

Estou em casa me recuperando, colocando leitura em dia, revisando alguns textos e ouvindo “Evidencias” (Chitãozinho e Xororó) porque ontem o programa Ídolos foi tudibom com a noite sertaneja e eu ainda estou na vibe da calça apertadinha, tsc tsc!

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