quarta-feira, 14 de abril de 2010

Borboletas

Esse texto do Quintana é bastante significativo pra mim por dois motivos: o Panelinha e o que ele representa e, porque minha irmã diz que quando lê, lembra de mim.

Borboletas
'Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!'

Mário Quintana

Um comentário:

  1. Ai amiga esse texto sempre me diz algo novo toda vez que leio, em momentos em que preciso de alguém esse texto me irrita, porque é verdade e no momento eu só quero ter alguém pra me dividir ouvir meus caos e me dar colo. E em outros momentos quando eu me basto, me sinto livre, como uma borboleta, me sinto mais confortável na minha própria pele e nas escolhas que fiz.
    Bom, mas hoje eu não sei. Hoje li e pra mim nãome ocorreu nada, talvez seja porque há uma grande confusão de possibilidades e desejos. Quero alguém porque preciso, posso ter alguém por ter escolhas e estou com tantas outras coisas em foco que minhas necessidades não são mais prioridades.

    Vai entender, né?
    Ser ou não ser eis a questão?

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