segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Palavras que o vento não leva

“É minha amiga,

Chegamos a um marco da nossa história, da história comum. Deixas comigo hoje sua herança. Realmente foram tantos papos, muitas divergências algumas convergências, muita evolução em total estado de perdição. Pude praticar com você tudo aquilo que me era teórico, como num grande estágio promovido pela vida.

Aprendi com você que a virtude nunca esteve no meio termo. Aprendi com você, através do seu otimismo, que quem escolhe a derrota prévia ao invés da dúvida da vitória desperdiça a oportunidade de merecer. Aprendi com você, que devemos gastar mais horas fazendo do que planejando, vivendo do que esperando. É por isso que serás inesquecível. Porque de ti, aprendi. Aprendi que não há nada mais rico e fascinante que do que o ser, indivíduo. E por isso que esse é o mais sublime e rico ensinamento que morreremos tentando descobrir – embora convictos da falha – a magia de cada ser.”


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