quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Até que esgote...

Não me ensinaram a ser menos do que o pleno ... Tudo em mim é sentido com intensidade! Afinal de contas, apatia e indiferença não me cabem!


Depois de uma decepção, de um desentendimento é natural que eu me esconda, que eu me reserve. Não consigo fingir bom humor nem mascarar o que estou sentindo. Quem há de ser mais ridículo: quem vive em sentimentos rasos, emoções superficiais ou quem vive as alegrias e as dores das relações humanas? Por isso eu sinto, sinto muito e sinto até que acabe, até que se esgote, para que nada fique pelo caminho, para que nada volte mais forte um dia. Árvores podadas crescem com mais vigor ... mas os galhos secos morrem.

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